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Dieta mediterrânea, nova pesquisa mostra que ela é melhor do que estatinas

dieta mediterrânea, segundo pesquisa apresentada no congresso anual da European Society of Cardiology, é mais eficaz do que as estatinas para a sobrevida de pacientes cardíacos. Quem se nutre consumindo muitos vegetais, peixe, fruta, frutas secas e ácidos graxos monoinsaturados (azeite de oliva) – alimentos típicos da dieta eleita pela Unesco um patrimônio da humanidade – reduz o risco de morte prematura em até 37%, contra os 18% medidos em estudo anterior com os doentes que consomem estatinas, fármacos para controle da hipercolesterolemia.

Embora os dois parâmetros não possam ser diretamente comparados, pois são resultados de trabalhos diversos, o estudo italiano – conduzido com 1.200 indivíduos monitorados durante 7 anos – evidencia que, também para prevenir danos em sujeitos com cardiopatia, é determinante seguir um regime alimentar saudável, como aquele da dieta mediterrânea.

A pesquisa emerge do estudo epidemiológico “Moli-Sani” do IRCCS Istituto Neurologico Mediterraneo Neuromed di Pozzilli (Isernia), em Molise, guiado por Giovanni de Gaetano, que observa mais de 25.000 pessoas da região para a prevenção de tumores e doenças cardiovasculares.

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